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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Não há como fugir.


Devemos decidir que grau de harmonia queremos ter em relação a Deus, desde um extremo de separação total, ou até mesmo de negação ,até o outro extremo de comunhão e harmonia perfeitas.
Durante o nosso relacionamento conforme a nossa escolha, pode existir uma perda "morte espiritual", uma redução objetiva da nossa capacidade de discernimento do transcendente e do eterno, um enfraquecimento dos nossos vínculos com as fontes de onde jorram as energias vitais que permitem ao homem crescer e atngir os limites do seu ser.
Se entendermos esta separação como um erro, como um desvio do verdadeiro alvo de nossa vida, algo assim como andar em um atalho que nos leva para cada vez mais longe do caminho principal, como um ato de rebelião ou ousadia, então teremos entendido o significado das palavras "hata e pesha" (pecado e transgressão).
Temos que escolher em obedecer ou arriscarnos em uma aventura de poder ilimitado, mesmo que isso signifique a morte do nosso próprio ser.

Abaixo segue uma estrofe de Paulo aos Romanos, reflita sobre isso em sua vida.

Realmente não consigo entender o que faço, pois não pratico o que quero, mas faço o que detesto.
Verifico pois esta lei: quando eu quero fazer o bem, é o mal que me apresenta. Eu me comprazo na
Lei de Deus, segundo o homem interior, mas percebo outra lei em meus membros, que peleja contra a lei da minha razão e que me acorrenta a lei do pecado que existe em meus membros.
Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte?

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